Escuto as linhas que não escreverá meu coração
Sei os recomeços que preciso apanhar outra manhã
Se abrirei a janela
Nem me restou rumar
Deito os olhos acima da chuva
Ainda recolherei os braços para mais alguém?
Porém me perdi mais só que o sol desesperado no azul
E sei este fim que nos conheço porque é o vazio.
Apenas desvirei tudo de mim para nenhum
O mundo é menor de coração esquecido

Leonardo Valesi Valente

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Sei o quanto te devoto

Posso o início de uma estrela

O ápice de um incêndio

A veloz queda dos olhos

Estas palavras escorridas de fé

Perante sua casa

Aonde não adentro a volta

E aqui fora me resta o mundo

Que não me serve de nada

Indo sem te trocar

Viver os caminhos

A história adiante

Este dia vazio nosso

Ou um pouco de som

Quando sorria para mim

Leonardo Valesi Valente

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Um pedaço de graça

Uma falta danada

O lugar de casa

Qualquer respaldo pode tanto até ato ou laço

Os olhos para quem volta

As palavras perdem a graça se não mais emprestam o que viver

Sempre um pouco da gente quem restará ao silêncio de dentro

Até o fim

E o sorriso parecido quando o sol vem

Leonardo Valesi Valente

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Aonde for

me converta seu.

Depusera em mim o olhar

quando invadira estas memórias

repetindo-me tanto querer.

Fui lento

devotar-te

apenas fé.

Leonardo Valesi Valente

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Renasci uma gota só,

pois de que palavras

reviverei o sertão

para chover

aonde ir.

Aprendi o chão,

meus pés nem são

o sonho

que partir.

Leonardo Valesi Valente

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Um grão pertence

aprimorar-se

ao infinito.

Comigo

o olho imita

este bem-querer.

Se as mãos fogem

ao destino

coração.

Leonardo Valesi Valente

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A febre é o mais fundo

que por dentro seja nenhum tempo

e passe tal desafeto

por onde escoar minha saudade.

O vento levasse a tristeza,

poderia longe o momento,

também fosse mudar de lugar

até caber outra vez contigo

o que bem mudará

ser seu de novo.

Leonardo Valesi Valente

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Sou começos

que apuram remendo

e não estou.

Comigo o tempo é desfeito

porque resto

sem.

Leonardo Valesi Valente

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A chuva é nuvem caindo

triste

mais longe do azul.

Era criança

eu chovi

para sempre assim.

Leonardo Valesi Valente

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Esperava nuvens

que recaiam lascas de palavras,

para que poeta repercutisse letra

e alguém soubesse o sorriso

por quem ruir.

Leonardo Valesi Valente

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Poeta na direção de inaugurar sentido; se me perco, eis que qualquer palavra bem-colhida traz arremesso.

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